
Uma pequena ilha do Império Britânico, cuja evolução política e o quotidiano acompanha há anos.
Nauru, esse país independente cuja dimensão, em termos de Estados com assento na ONU, só é superado em pequenez pelo Vaticano e pelo Mónaco.
Mas, ainda por cima, é o único do planeta que, apesar de ter hino e bandeira, língua nacional e duas poetisas (Margaret Hendrie e Joanne Gobure), não dispõe de uma capital – o parlamento e os edifícios governamentais ficam num dos 14 distritos, o de Yaren.
A História desta peculiar república, um atol da Micronésia cujo ponto mais elevado fica a 61 metros acima do nível do mar (o nova-iorquino Empire State Building mede 381 metros), localizado quase em cima da linha do Equador, onde o Britânico John Fearn acostou em 1798 e que é independente desde 31 de Janeiro de 1968, também tem direito a menos fotos a preto e branco do que a selos com a chancela do país.
Nauru, foi anexado pela Alemanha em 1888, ocupado pela Austrália na I Grande Guerra, depois governado por Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia por mandato da Liga das Nações, invadido pelos japoneses na II Guerra Mundial e a seguir debaixo da soberania do mesmo trio de países por indicação da ONU.Apenas uma parte dos 13770 habitantes da ilha, que conversam mais em iInglês e usam o dólar australiano, são descendentes das doze tribos originais representadas na bandeira, pois também ali se encontram filipinos e chineses, outros micronésios e mesmo europeus.
Excluindo os cocos e derivados, as receitas quase se resumem aos fosfatos, cuja extração transformou o centro da ilha oval, de praias e corais, numa paisagem quase lunar – mas deu aos Naurianos, durante muito tempo, um dos mais elevados níveis de vida do Terceiro Mundo.
Mesmo sem espionagem,e quando a bandeira nacional se estreou nuns Jogos Olímpicos, deve ser interessante este país que tem aeroporto e estação de rádio, ciber-café e saúde gratuita, mas necessita importar água para beber.
E como se arranjará um postal ilustrado para mandar a um amigo, desta pequena ilha do império Britânico? Fonte: JN
Fotos da Net











Desde 1917, não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno, e agora cada vez mais aos fins de semana e no dia-a-dia, num montante anual de quatro milhões. 