quinta-feira, 15 de março de 2007

Enquianto

 Uma infinidade de campainhas

Nome científico: Enkianthus

Família: Ericáceas

Origem: Japão

Ao género Enkianthus pertencem uma dezena de espécies de arbustos decíduos ou semicaducifólios (segundo a temperatura e a humidade), de cerca de 6 metros de altura. Têm folhas finamente dentadas, reunidas em grupinhos terminais em ramos pequenos.

São muito apreciados pela floração abundante, com uma multitude de flores pequenas, ligeiramente pendentes, em umbelas ou racimos terminais, com a corola em forma de sino ou vasilha, e por folhas que, no Outono, adquirem uma coloração muito viva.

O Enkianthus campanulatus é uma espécie de porte esparramado. As folhas são decíduas, verde-escuras, de forma obovada ou elíptica.

As flores são de cor amarelo-creme ou alaranjada, com nervura vermelha, reunidas em racimos e abrem-se até meados da Primavera. A variedade Rubens, com flores listadas de vermelho-vivo, está muito difundida.

O E. chinensis tem flores amarelas com gradações vermelhas maiores que as das outras espécies, que florescem até ao começo do verão. As folhas, decíduas, são amplas, com o pecíolo vermelho.

O E. perulatus (ou E. japonicus), compacto, de crescimento lento, é caracterizado pelos gomos jovens vermelhos. As folhas, decíduas, são agudas. Tem flores brancas em forma de vasilha, que se abrem na Primavera.

Cultivo

(Enkianthus campanulatus, as folhas outonais)

Os enquiantos cultivam-se na terra, como plantas isoladas, ou em pequenos grupos em parques ou jardins, em canteiros mistos e também em soutos. Nos terraços e varandas, cultivam-se em jardineiras e vasos.

Planta-se no Outono (nas zonas de invernos frios) ou na Primavera, em terras ácidas ou neutras, nunca calcárias, ricas em matéria orgânica (50-70Kg/m2). As jardineiras e os vasos devem ser suficientes grandes (pelo menos com 20-30cm de diâmetro) para evitar a transplantação das plantas, pois não gostam de ser molestadas. O substrato deve compor-se de 2/3 de terra fértil e 1/3 de turfa; na Primavera, todos os 20-30 dias, junta-se à água da rega 15 g de adubo complexo por decalitro. A poda só é necessária para se eliminarem os ramos secos, deteriorados ou desordenados.

Multiplicação

(Enkianthus campanulatus, florações  de diferentes cores)

Os enquiantos reproduzem-se na segunda metade do Verão mediantes estacas semilenhosas (ramo do ano mais uma porção do ramo portador), de uns 10 cm de comprimento, que se põem a enraizar em caixotes num substrato à base de turfa e areia em partes iguais, num lugar abrigado, mas sem aquecimento. Na Primavera seguinte, distribuem-se individualmente; a plantação realiza-se transcorridos dois ou três anos.

Doenças e parasitas

(Enkianthus campanulatus, florações de diferentes cores)

Os enquiantos são resistentes às doenças e aos parasitas. As cochonilhas podem infestá-los, provocando danos directos, sugando-lhes a seiva, e indirectos, dando origem à fumagina. Tratam-se com anticóccidios, após se terem eliminado as partes mais infestadas.

(Enkianthus perulatus)

Exposição

Os enquiantos podem-se colocar em posições soalheiras, na semi-sombra e também em soutos.

Temperatura

São plantas resistentes tanto às altas como às baixas temperaturas.

Rega

Só é necessária nos períodos de seca prolongada, sobretudo nas plantas jovens e nas cultivadas em jardineiras ou vasos.

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Texto/Autor:

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quarta-feira, 14 de março de 2007

Medusa-de-Pintas

Nome comum: Medusa-de-pintas

Nome Científico: Phyllorhiza punctata

Habitat do pacífico: Oceano Pacífico

Onde encontrar no Pacífico: Habitat do pacífico

Estatuto de Conservação: não atribuído, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza.

Como ajudar? Evita poluir as praias, assim estarás a proteger as espécies marinhas.

Mais conhecidas por alforrecas, as medusas são do mesmo grupo das anémonas e dos corais. Enquanto os corais e as anémonas têm os tentáculos virados para cima, as medusas têm-nos virados para baixo, fazendo lembrar um chapéu-de-chuva. As medusas pairam nos oceanos, movimentando-se calmamente ao sabor da corrente. Para fazerem estes movimentos delicados, abrem e fecham a parte do corpo em forma de disco. Acredita que este disco pode ter sessenta centímetros de diâmetro? Aliás, esta impressionante medusa pode pesar até dez quilogramas! A medusa-de-pintas surpreende pelas pintas que apresenta no corpo!

O corpo azulado salpicado de pintas brancas torna-a muito fácil de reconhecer! O que é mais engraçado é que estas pintas são, na verdade, algas muito pequenas que vivem no corpo da medusa. Para se alimentar a medusa-de-pintas usa os seus oito braços, curtos e grossos, que têm várias «bocas» armadas com pequenos arpões, que servem para capturar pequenos organismos que vivem na água. Estas estruturas, que têm um nome muito esquisito, nematocistos, são pequenas cápsulas que contém um dardo que dispara contra uma presa ou mesmo contra um agressor! Por isso, quando se mergulha perto das medusas tem que se ter sempre muito cuidado!

As medusas são o alimento favorito de muitas tartarugas marinhas. Mas há um problema, os sacos de plástico à deriva são confundidos com medusas por estes animais, que acabam por ingeridos, pondo a sua vida em risco.

Fonte: Revista Notícias Magazine

Texto/Autor: Oceanário

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terça-feira, 13 de março de 2007

Tatuagens

 Misérias e grandeza da tatuagem

(Homem maori tatuado. Crédito: Thomas Chambers a partir de arte original de Sydney Parkinson, século 18/Wikimedia Commons)

O tempo, no seu longo e vertiginoso rodar, não conseguiu banir por completo, mesmo entre os povos de maior civilização, certas usanças e crenças dos nossos mais remotos antepassados.

A responsabilidade deste facto cabe em maior quinhão, como pretende Lombroso ao atavismo e á tradição que ele magistralmente define como outra espécie ou género de atavismo histórico.

No número dessas baldas perduráveis conta-se a tatuagem.

Vinda, presumivelmente, do paleolítico inferior, do período denominado mousteriano, ela constitui, por isso um dos múltiplos e dos mais resistentes elos desta grossa cadeia que jungue certos hábitos da época presente aos das mais antigas eras.

Como um imperturbável viandante, audacioso e resoluto, a tatuagem conseguiu, apesar de perseguida pelas religiões, pelas leis e pelo preconceito social, galgar, com serenidade e pertinácia, todas as barreiras que lhe opuseram as idades e as civilizações.

A tatuagem na antiguidade

(Nativos da Polinésia, Filipinas, Indonésia e Nova Zelândia realizavam rituais religiosos que incluíam a confecção de figuras colorizadas definitivas sob a pele.)

Servindo quase sempre a vaidade, se a vemos muitas vezes, rastejando pelos antros e ruelas da amargura, dando o braço ao vício, ao crime e á ignomínia, também a encontramos, a cada passo, altaneira e triunfante, pondo os seus préstimos ao serviço do amor, da mística, do patriotismo e de todos os mais elevados e belos sentimentos. Por esta razão entra nos templos, ornamentando os braços das vestais; desenhando o instrumento do suplício de Cristo, patenteia-se nos braços e nas mãos dos pagãos, convertidos ao cristianismo pelos Apóstolos; adorna o corpo dos sacerdotes romanos, na pele, de cada um dos quais, mostra o símbolo de Deus a que ele rende culto.

(Crédito: Christina Enrich, H2Fotografie)

E, nessas épocas da velha Roma dos Césares e do antigo Egipto dos Faraós, ainda mais alto se vê erguer o prestígio, a honra e a grandeza da tatuagem: os imperadores ostentaram-na, sobranceira ao seu «braçarium», em emblemas com o desenho duma águia, que define e sintetiza todo o poder Imperial Romano. Da sua passagem gloriosa pelo Egipto colhe-se notícia na «Biblioteca das Colunas», sobre as margens do Lago Meris, conhecida também por «Tesouro dos Remédios da Alma».

Nesta vetusta biblioteca, a mais velha das que a História faz referência, pois remonta ao ano 2188 a.C., se pode ir conhecer o ensinamento de que Osimandias, o Faraó promotor da conquista dos Bactros, vindos da Ásia, em sinal de regozijo por este feito e em acção de graças aos deuses, fez gravar nas carnes do seu peito o desenho do «Ocaso do Sol», símbolo de Osíris.

A tatuagem de Eduardo VII

Igual aura e destino lhe têm proporcionado, algumas vezes, estas últimas dezenas de anos, que continuaram a abrir-lhe as portas dos paços reais e dos palácios imperiais.

Assim, a princesa Maria, enamorada do principe Valdemar, da Dinamarca, oficial da marinha de guerra, saiu um dia do palácio vestida com o fato da sua criada particular, para mandar tatuar na pele do seu braço uma âncora, em homenagem ao seu futuro marido.

Para ninguém é também estranho que o rei Eduardo VII, quando Príncipe de Gales, viajou pelos lugares santos, e aí, sensibilizado e cativado pelos olhos negros aveludados e meigos da filha de um tatuador, pagou ao pai para lhe gravar no braço esquerdo o símbolo da religião cristã. Parece, até, que este facto lhe deu uma certa satisfação, segundo o afirma Gabriel de Charmes, no artigo «Viagens na Síria», publicado no número de Junho de 1881 da «Revue des Deux Mondes», corroborando-o com esta certidão passada ao tatuador:

«Ceci est le certificat de Francis souwan. A grave la croix de jerusalem sur le bras de S. A. Le prince de Galles. La satisfaction de Sa Magesté a éprouvée de cette opération prouve qu’elle peut être recommandée. Signé: Vanne, Courrier de la suite de S. A. Le prince de Galles. Jerusalem, le 2 Avril 1862».

Este gesto do monarca rapidamente se divulgou. Então, a tatuagem espalha-se profusamente entre a gente e a corte Inglesa. Além do Duque de Saxe-Coburgo Gotha e do seu cunhado grão-duque Alexis, tatuaram-se o sobrinho daquele, duque de York, muitos lords, damas e a fina flor aristocrática.

 

Pela leitura e ilustrações das revistas e jornais ingleses fez-se ideia nítida e perfeita da autêntica epidemia de tatuagem, que assolou a pele do povo da Grã-Bretanha, para solenizar a coroação do rei Jorge VI.

(Sutherland Macdonald)

Durante o reinado do seu avô, um professor Williams especialista em tatuação, tornou-se notável e rico pois estipulava para as suas tatuagens o preço mínimo de 50 libras; posteriormente, um outro artista londrino, de nome Macdonald, montou um escritório e uma oficina de tatuador na Jeremyn-street, que foi largamente visitada e utilizada pela gente mais distinta e celebre da corte. Este tatuador conseguiu também amealhar uma boa fortuna.

As epidemias da tatuagem

Estas epidemias e endemias da tatuagem, originadas por acontecimentos de natureza patriótica ou de natureza política e outros, são vulgares dentro das fronteiras de alguns países, alastrando, mesmo, pelo mundo civilizado.

No decurso da chamada Grande Guerra, desde 1914 a 1918, houve nas trincheiras milhares de tatuações. Indivíduos pertencentes às mais diversas classes sociais, que, no geral, não costumavam ser portadores desses desenhos dérmicos, resolveram deixar-se tatuar. Assim foi com médicos, advogados, empregados comerciais e de escritório, operários, etc.

Entre nós, durante os agitados tempos das lutas e da implementação do regime liberal, bem como no período da propaganda da Républica e nos primeiros anos após a sua proclamação, registou-se um notável acréscimo da tatuagem, apresentada em emblemas políticos, respectivamente, coroas reais, barretes frígios, figuras e bustos da república, bandeiras, etc.

E por estar estudado e averiguado, desde há muito, este recrudescimento dos desenhos da derme, sempre que aparece uma nova mística ou que um novo regime se interpõe na mancha política de uma nação, não deve surpreender-nos que os nazis se tivessem tatuado á farta com o símbolo sectário da cruz suástica.

«Morte aos reis»

E inconveniente destas ideias extravagantes são as surpresas que o futuro reserva, por vezes, aos portadores desses desenhos, que os colocam em sérios embaraços. É que esses símbolos num dado momento podem tornar-se altamente comprometedores e prejudiciais.

Assim aconteceu a muitos combatentes da outra guerra, assim está sucedendo aos nazis, mas com piores consequências. Já assim tinha acontecido, certo dia. Aquele general Bernardotte, que Napoleão sentou no trono da Suécia, com nome de Carlos XIV. De uma vez, sentindo-se gravemente doente, recusou com toda a sua energia a deixar-se sangrar, apesar do seu médico assistente lhe preconizar essa intervenção cirúrgica como única esperança de salvatério. Por fim julgando-se perdido e continuando a ser assediado pela insistente teimosia do clínico, conformou-se a consentiu, embora contrariado e mal disposto. Impôs, porém, uma condição: o médico prestaria juramento prévio de que a ninguém contaria o que ia observar no seu régio braço.

Assim foi. E … porque o cirurgião cumpriu religiosamente o seu juramento revelam os livros – não o médico – Esse segredo: al levantar-lhe a manga da camisa, o clínico viu, com surpresa e espanto, que o monarca, na região do sangradouro, tinha tatuado um barrete frígio e sobre ele, esta curiosa legenda: «Morte aos reis».

Beethoven tinha dedicado a sua famosa 3ª sinfonia – a «Heroica» - a Napoleão, em cujos feitos inspirara o seu trabalho. Ao saber, porém, que Napoleão, tomado de cega cobiça do mando, se fizera coroar Imperador, tirou-lhe a dedicatória e pôs-lhe este título: «Grande Sinfonia heroica, composta para festejar a memória de um grande homem».

Fonte: Revista Ver e Crer nº6 Outubro 1945

Texto/Autor: Dr. Rodolfo Xavier da Silva

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segunda-feira, 12 de março de 2007

Ben Nicholson

(1894-1982), 1936

Ben Nicholson nasce na Grã-Bretanha em 1894. Depois de uma série de viagens por França, Itália e Nova Iorque, casa com uma artista chamada Winifred Roberts e passa a viver entre Inglaterra, Estados Unidos da América e Suíça.

Mais tarde, conhece uma escultora chamada Barbara Hepworth e divorcia-se, para poder casar-se com ela. Na década de 1930 faz muitas viagens a paris e conhece muitos artistas importantes como Picasso, Braque, Hans Arp e Mondrian.

(Pintura, Vermelho Cádmio, Limão e Cerúleo)

Por influência do pai que também era artista, as suas pinturas iniciais eram naturezas mortas (que quer dizer, pintura de algo que não se mexe), mas ficou muito conhecido pelas suas obras abstratas, inspiradas no construtivismo e no cubismo.

 Esta obra, intitulada Pintura, Vermelho Cádmio, Limão e Cerúleo, é um excelente exemplo da pintura abstracta de Ben Nicholson.

Fonte: Revista Notícias Magazine

Texto/autor: desconhecido

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quinta-feira, 8 de março de 2007

Estradas Romanas

 Por que os romanos antigos construíram tantas estradas retas?

Nem todos devem ter notado, mas quando olhamos mais de perto descobrimos que a maioria das antigas estradas romanas são retas. Algumas dessas estradas têm curvas ou curvas, mas a maioria das estradas na Europa construídas por romanos antigos são retas e há uma razão para isso.

Os romanos antigos não construíam estradas que deveriam ser usadas por pessoas comuns.

A Via Munita, eram estradas construídas regularmente, pavimentadas com blocos retangulares de pedra local ou com blocos poligonais de lava. Estes tipos de estradas foram construídas para serem usadas por unidades do exército e funcionários do governo. Apenas pessoas com um passe especial foram autorizadas a usá-las. O motivo era a necessidade de velocidade. Quando os exércitos tiveram que ser movidos ou os funcionários tiveram que lidar com emergências, a velocidade era de grande importância.

Todos os outros tiveram que processar usar rastros de terra locais. Colinas e vales íngremes não afetaram a retidão da Via Munita. Estradas romanas antigas foram direto para as encostas e o homem marchando era esperado seguir a estrada e descansar no topo da colina antes de seguir em frente.

A partir de aproximadamente 450 a.C., as Leis das Doze Tabelas especificaram que uma estrada deve ter 2 metros de largura, onde reta e 16 pés onde curvada. As práticas reais da lei ocasionalmente variavam a partir deste padrão.

No auge do desenvolvimento de Roma, nada menos que 29 grandes rodovias militares irradiaram da capital, e as 113 províncias do falecido Império foram interligadas por 372 grandes estradas.

O todo compreendeu mais de 400.000 quilômetros de estradas, das quais mais de 80.500 quilômetros foram pavimentadas em pedra. Muitas estradas romanas sobreviveram por milênios. Os romanos antigos certamente sabiam como construir edifícios e estradas que duravam muito tempo.

Fonte:https://fatocuriosos.club/por-que-os-romanos-antigos-construiramtantasestradasretas/?fbclid=IwAR0epSBj03odwMEtx66aBEFnjZtkpymgkiuiHQzFWBbWsV0TB99mFpa

Texto: ancientpages 

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terça-feira, 6 de março de 2007

"Doenças da Moda"

Doenças da “Moda”!

Aposte nos alimentos certos e previna-se

Foi, recentemente, lançado um programa de aconselhamento nutricional, denominado Ecoclinic, que tem por objectivo ensinar a comer melhor e partilhar dicas de alimentação que possam ser implementadas em casa ou quando se come fora. Dar alternativas aos diabéticos, que têm de evitar o açúcar e ajudar os hipertensos a fugirem ao sal escondido nos alimentos, são apenas duas das inúmeras vantagens deste programa. Conheça outras…

Problemas do Coração – Dicas para um músculo saudável!

Existem dois conselhos muito importantes para reduzir o risco de sofrer de doenças cardiovasculares (colesterol elevado, enfarte, trombose e hipertensão):

1 Diminuir ao máximo o consumo das fontes alimentares de gorduras saturadas e de colesterol, como carne de vaca ou de porco, ovos, manteiga, queijos e gelados.

2 Substituir as gorduras saturadas de origem animal (manteiga, toucinho, etc.) por óleos vegetais polinsaturados, como o azeite, os de girassol, soja e grainha da uva.

Além desses conselhos simples, recomenda-se a quem deseja ter o coração saudável;

1 Comer, pelo menos, três peças de fruta por dia;

2 Ingerir diariamente, no mínimo, um prato de salada fresca temperada com azeite;

3 Preferir a massa e o pão integrais ao pão branco e massas refinadas;

4 Reduzir o sal, o açúcar, o tabaco e o café;

5 Fazer uma marcha de 40 minutos, três vezes por semana.

Próstata -Tomate alivia o incómodo

A hipertrofia da próstata caracteriza-se por um crescimento excessivo do órgão em questão e, normalmente, afecta os homens com mais de 50 anos. Quando o seu tamanho é superior ao normal, comprime a uretra, que atravessa o interior da glândula, e dificulta a micção. Certos alimentos podem atrasar ou aliviar a hipertrofia desta glândula, como o tomate, a soja e os alimentos ricos em zinco e selénio. Existem outros alimentos que irritam as vias urinárias e as agravam, tais como as especiarias e o café.

Boa Memória – Ingira Cereais Integrais

As pessoas que diariamente, realizam um trabalho intelectual intenso, apresentam maior necessidade de certos nutrientes. Os alimentos que melhor satisfazem essas necessidades são os cereais integrais (especialmente a aveia) e os frutos secos e oleaginosos (nozes e amêndoas). Inclua-os na alimentação e tenha uma memória de “elefante”.

Stress e Depressão – Frutas Secos contra Nervos

As vitaminas do grupo B são as que mais influem no bom funcionamento do cérebro e do sistema nervoso no seu conjunto. A carência de vitamina B1, por exemplo, produz irritabilidade nervosa e depressão, e a B6, nervosismo e fadiga. Por isso, é aconselhável ingerir frutos secos, tais como a amêndoa e a noz, entre outros.

Menopausa – Alie-se à Soja

A menopausa e as perturbações menstruais são caracterizadas por uma grande retenção de líquidos e mudanças de humor. Embora sejam de causas orgânicas ou de tipo hormonal, uma alimentação sã pode contribuir para evitá-las. A soja e os seus derivados, assim como outras leguminosas, contém substâncias chamadas fitoestrogénios, que podem ajudar a regular o ciclo ou a atenuar os sintomas da menopausa. Por outro lado, uma alimentação artificial, á base de produtos refinados, agrava.

Osteoporose – Evite perda de Cálcio

Convém recordar que na prevenção da osteoporose, é tão importante ingerir muito cálcio como evitar que ele se perca com a urina. O excesso de proteínas e de sal, como aconteceu no tipo de alimentação ocidental, e o consumo de café favorecem a perda urinária de cálcio.

Diabetes – Dieta para toda a vida!

Para evitar as complicações desta patologia, é preciso seguir um tratamento dietético adequado, com um controlo frequente do nível da glucose no sangue. As pessoas diabéticas devem ser muito constantes e cuidadosas no que respeita á alimentação durante toda a vida. Os nutrientes, cujo consumo se recomenda que seja aumentado (leguminosas, verduras, cereais integrais, fruta e abacate), contribuem significativamente para o controlo da diabetes e para evitar as complicações inerentes á doença. O ideal é requerer uma planificação feita por um especialista. Por outro lado, convém reduzir ou eliminar o consumo de açúcares, bolos refinados, mel, gordura saturada, chocolate e marisco.

Fonte: Revista Maria

Texto/autor: Desconhecido

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segunda-feira, 5 de março de 2007

Teste Vacina contra o Cancro


Uma vacina contra o cancro do pulmão mais comum está a ser testada em grande escala por cientistas. O novo medicamento que destrói as células defeituosas do corpo e mantém as saudáveis, está a ser desenvolvida com recursos da Fundação Cancer Researchuk.

Mais de 1,3 mil pacientes em todo o mundo já testaram a vacina, o que compreende cerca de 80% dos casos tratados pela medicina.

Fonte: Revista Plenitude de Fevereiro de 2007




sábado, 3 de março de 2007

Datas da Ciência

 1924 – 30 de Dezembro


Morre em Londres o físico e químico Robert Boyle, um dos primeiros defensores do método científico e um dos fundadores da Química moderna. Foi o primeiro químico que isolou o gás.  Boyle observou que o ar se consome no processo de combustão e que os metais ganham peso quando oxidam.

1961 – 30 de Dezembro


O astrónomo norte-americano Edwin Powell Hubble confirma a existência de outras galáxias. Em 1923, descobriu um tipo de estrela de luminosidade variável, chamada Cefeida, provando a existência de nebulosas extragalácticas, constituídas de sistemas estelares independentes.

1965 – 3 de Janeiro


A estação espacial russa Luna 13, que tinha efectuado uma alunagem suave seis dias antes com o propósito de obter informações sobre as características da superfície lunar, prova que a superfície da lua é compacta como a da terra e pouco radioactiva.

1966 – 30 de Dezembro


O astronauta Edward White é o primeiro homem a permanecer no espaço durante vinte minutos. Ligou-se á nave “Gemini IV” por um cordão umbilical de borracha, aço e nylon. Morreu em 1967 num incêndio numa plataforma de lançamento.

 

Fonte: Jornal Correio da Manhã 

Texto/autor: Desconhecido

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sexta-feira, 2 de março de 2007

Sabia que...

Qual é o maior Invertebrado?

A lula gigante, do género architeuthis dux, pode chegar a medir 18 metros e pesar 900 quilos.

Estes seres misteriosos vivem no fundo do mar, entre 200 e 1000 metros de profundidade e nunca foram vistos com vida. As lulas gigantes possuem os maiores olhos da natureza – podem chegar aos 30cm de diâmetro.

Qual é a doença mais antiga do mundo?

É a lepra, cujos primeiros registos datam de 1350 a.C. No entanto, só no inicio dos anos 80 foi descoberto um tratamento eficaz contra a doença, através do desenvolvimento da poliquimioterapia. O problema é provocado pela bactéria mycobacterium leprae e ataca, sobretudo, os nervos e a pele, podendo provocar deformações em estágios mais avançados.

 Baleia azul

Os testículos de uma baleia azul são do tamanho de um Volswagen carocha (um Beetle) e uma criança pequena seria capaz de rastejar dentro das suas artérias principais.

Porque existem os anos Bissextos?

O ano bissexto foi criado para compensar a diferença entre o ano do calendário, de 365 dias, e o tempo de 365, 24 219 878 dias que a terra gasta para dar uma volta completa em redor do Sol.  A designação bissexto é uma derivação do dia dobrado (bis), que era inserido no antigo calendário juliano, depois do sexto dia antes das calendas de Março.

Tubarão

Os dentes dos tubarões estão sempre a renovar-se. Quando perde um dente, tem logo uma fileira de dentes novos.

O tubarão consegue renovar toda a dentadura numa semana.

Quem inventou o primeiro preservativo?

Foram os chineses os primeiros a criar algo que pode ser baptizado de primeiro preservativo. Eram uma espécie de sacos, feitos de papel de seda e untados com óleo.

Também se sabe que em 1600 a.C., o rei Minos de Knossos (Creta) utilizava bexigas de peixe com método contraceptivo. O preservativo de borracha data de 1839, depois da Goodyear ter inventado o processo de vulcanização.

Por que se extinguiram os dinossauros?


Há várias teorias sobre o fim súbito dos dinossauros, há cerca de 65 milhões de anos. Muitos especialistas apontam para  um meteorito que terá atingido o Golfo do México, mas alguns cientistas surgem agora com uma teoria no mínimo explosiva…

Defendem que a extinção dos dinossauros se deveu aos seus próprios gases intestinais. Ao que parece, as flatulências eram ricas em metano, um gás extremamente perigoso, que terá causado danos à camada de ozono e a consequente morte das plantas. Ainda segundo aqueles cientistas, os dinossauros ficaram sem alimento e acabaram por morrer à fome.

Novos calendários com 13 meses?


Há 50 anos que a ONU tem para aprovar o projecto de um novo calendário, em que todos os meses teriam 28 dias. Cada dia do mês seria sempre no mesmo dia da semana. O novo ano teria 13 meses e o novo mês chamar-se-ia Sol, situando-se entre Junho e Julho.

Fonte: Revista Mulher Moderna

Texto/Autor: Desconhecido

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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

METEORITO

Misterioso


Cientistas da NASA encontraram matéria orgânica num meteorito que caiu ao largo do Canadá. A presença desta matéria é importante na medida em que, segundo alguns cientistas, poderá explicar a origem da vida na Terra.
Os investigadores dizem que este é diferente de todos os outros meteoritos encontrados
no nosso planeta. A especificidade advém do seu estado de conservação debaixo de água, passados que estão seis anos desde a sua queda no local.

Fonte: Revista Plenitude
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terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

CÉREBRO

Descobertas "Perigosas"



É possível ler o pensamento dos outros? Este velho tema da ficção fantástica parece agora ter uma resposta afirmativa. Ou; se não quisermos ser tão taxativos, é pelo menos uma realidade que imagens do cérebro são passíveis de ser lidas por entendidos de forma a descobrir as intenções alheias, por vezes ainda antes de os próprios sujeitos as terem formulado. Uma equipa de cientistas alemães do Instituto Max Planck, trabalhando em conjunto com colegas ingleses de Londres e de Oxford, utilizou imagens de alta resolução do cérebro para identificar padrões de actividade antes ainda de estes se transformarem em pensamentos concretos, revelando o que as pessoas tencionam fazer num futuro próximo.
“Bom, é como acender uma lanterna e varrer com a luz uma parede, para descobrir o que está lá escrito”, afirma com um sorrido modesto Jonh Dylan Haynes, um dos investigadores da matéria. A batalha futura consistirá em desenvolver um sistema que permita distinguir os pensamentos passageiros das intenções genuínas. Faz alguma impressão, lá isso é verdade.

Fonte: Revista Visão
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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

E U A

vem aí o novo Dólar

Pela terceira vez nas últimas três décadas, os EUA vão lançar uma moeda de um dólar, para tentarem convencer os americanos a desfazer-se da nota equivalente. Como uma moeda pode durar 40 anos e uma nota não passa, em média, os 18 meses, os cofres do Estado ganhariam 500 milhões de dólares com a substituição.
Mas as notas vão, por agora, continuar em circulação, é que o público reagiu mal às duas anteriores tentativas de mudança.

E VÃO TRÊS

1979-1999 Dólar Susan B.Anthony A moeda com esta feminista do sec.XIX foi impopular pela confusão que gerava: era quase do tamanho da de 25 cêntimos.
2000 Dólar Sacagawea Apesar de ser a única moeda dourada em circulação, os americanos sempre foram indiferentes a esta homenagem à índia que, no início do séc. XIX, guiou Lewis e Clark na exploração do Oeste.
2007 Dólar Presidencial Vai homenagear todos os presidentes, de Washington a Nixon,
Quatro por ano, até 2016. No reverso terão a Estátua da Liberdade.

Fonte:US.Mint In Revista Visão de 15 de Fevereiro de 2007
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