


"Shayla"
Fonte: Revista Visão 4 de Fevereiro de 2010
Fotos da Net



"Shayla"
Fonte: Revista Visão 4 de Fevereiro de 2010
Fotos da Net

Com ele desapareceram também
os registos de onze mil anos de história do clima africano e as paisagens lendárias
do cinema.
Social e economicamente,
pode significar a perda de milhares de turistas e dos recursos hídricos que
permitem a sobrevivência das aldeias locais.
Fonte: Revista Mulher
Moderna
Foto da Net
Rosa Lobato de Faria (1932-2010) A Escritora tardia Cobra de duas cabeças
Aparentemente, até poderia
pensar-se que a imagem corresponde a uma fotomontagem. Porém esta cobra de duas
cabeças é real e foi encontrada nos jardins de uma unidade hoteleira, em Palma
de maiorca.
Felizmente, os empregados
que encontraram o insólito réptil, com cerca de 60/70 cm, da espécie
Macroprotodon cucullatus, não correram risco de vida, uma vez que não é
venenosa.
Fonte: Revista Mulher
Moderna
Foto da Net
A Fundação Puigvert, com sede em Barcelona, acaba de apresentar um marcador genético que detecta precocemente o cancro da bexiga através da análise de urina.
Os resultados surpreenderam: após oito anos de estudos em mais de 500 mil norte-americanos dissecados, entre os 51 e 70 anos, os investigadores constataram que o consumo de carne aumenta consideravelmente o risco de cancro. 
Nauru, esse país independente cuja dimensão, em termos de Estados com assento na ONU, só é superado em pequenez pelo Vaticano e pelo Mónaco.
Mas, ainda por cima, é o único do planeta que, apesar de ter hino e bandeira, língua nacional e duas poetisas (Margaret Hendrie e Joanne Gobure), não dispõe de uma capital – o parlamento e os edifícios governamentais ficam num dos 14 distritos, o de Yaren.
A História desta peculiar república, um atol da Micronésia cujo ponto mais elevado fica a 61 metros acima do nível do mar (o nova-iorquino Empire State Building mede 381 metros), localizado quase em cima da linha do Equador, onde o Britânico John Fearn acostou em 1798 e que é independente desde 31 de Janeiro de 1968, também tem direito a menos fotos a preto e branco do que a selos com a chancela do país.
Nauru, foi anexado pela Alemanha em 1888, ocupado pela Austrália na I Grande Guerra, depois governado por Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia por mandato da Liga das Nações, invadido pelos japoneses na II Guerra Mundial e a seguir debaixo da soberania do mesmo trio de países por indicação da ONU.
Excluindo os cocos e derivados, as receitas quase se resumem aos fosfatos, cuja extração transformou o centro da ilha oval, de praias e corais, numa paisagem quase lunar – mas deu aos Naurianos, durante muito tempo, um dos mais elevados níveis de vida do Terceiro Mundo.
Mesmo sem espionagem,e quando a bandeira nacional se estreou nuns Jogos Olímpicos, deve ser interessante este país que tem aeroporto e estação de rádio, ciber-café e saúde gratuita, mas necessita importar água para beber.
E como se arranjará um postal ilustrado para mandar a um amigo, desta pequena ilha do império Britânico?
S. Guinefort: 750 anos de culto a um acto heróico
Pyotr Stolypin
No segundo lugar do concurso O Nome da Rússia ficou Pyotr Stolypin, primeiro-ministro entre 1906 e 1911 e que tentou modernizar a economia e a agricultura russas, mas acabou por ser assassinado aos 49 anos. Foi a 14 de Setembro de 1911, quando estava a assistir a um espectáculo na Opera House de Kiev.Atingido com dois disparos, terá dito na hora da morte as seguintes palavras: “Estou feliz por morrer pelo Czar”.
Josef Estaline
Alexander Pushkin
A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, Freguesia de Fátima, Concelho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos.
Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica.
De repente, viram uma luz brilhante, julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), “uma senhora mais brilhante que o sol”, de cujas mãos pendia um terço branco.
A senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes da Cova da Iria.
A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém.
Na última aparição, a 13 de Outubro estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a “senhora do rosário” e que fizessem ali uma capela em sua honra.
Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em Julho e Setembro: o sol, assemelhou-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.

Desde 1917, não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno, e agora cada vez mais aos fins de semana e no dia-a-dia, num montante anual de quatro milhões. Cheiros que nos fazem bem
Óleos, incensos ou um simples lenço perfumado
Pode não curar nenhuma doença, mas a verdade é que a aromaterapia faz-nos sentir muito bem. Além disso, os seus ingredientes estão quase à mão de semear e ajudam a aliviar a fadiga, a reduzir as palpitações provocadas pelo medo ou são, mesmo, capazes de despertar o desejo sexual. Tudo isto escondido nos aromas das flores, folhas, raízes ou sementes.
A ciência de transformar essas dádivas da natureza em óleos essenciais para serem usados por todos nós é uma prática que remonta a 3500 anos antes de Cristo. Os óleos podem ser usados em massagens, como ambientadores, para perfumar um lenço, em incenso ou mesmo para aromatizar a água do banho. Cada aroma tem o seu efeito. Se está triste ou abatido/a, transforme a sua casa de banho num verdadeiro spa. Sem pressas, prepare um banho morno onde vai colocar umas gotas de manjericão, eucalipto, tomilho e bergamota e ficará muito mais animado/a. Se o problema são as tradicionais palpitações causadas pelo medo, tenha uma maçã à mão: o odor desta fruta ajuda a reduzi-las. A menta, por exemplo, anima qualquer um, enquanto o jasmim desperta o desejo sexual.
No entanto, é preciso ter cuidado ao usar
estes óleos, porque são muito concentrados. Não os use directamente sobre a
pele e misture-os com um outro óleo, por exemplo de amêndoa ou soja.
Fonte : Revista Notícias Sábado
Texto/Autor: Virgínia Alves
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