
No entanto, não se sabe o que motiva o seu aparecimento.
A psoríase
É uma doença inflamatória da pele, crónica recorrente, que se caracteriza pelo aparecimento de áreas avermelhadas e cobertas de escamas secas e prateadas. Só em casos muito raros é considerada uma doença grave, mas pode afectar psicologicamente a pessoa que dela padece. As desagradáveis lesões que provoca na pele podem levar o indivíduo a sofrer de problemas emocionais.
O que o origina
Para melhor se compreender esta patologia é necessário perceber como é feita a renovação da pele. Ou seja, a pele está em constante renovação. À medida que na camada interna da epiderme se vão formando células novas, que são impelidas para fora, as células mortas vão-se soltando. Este é o processo normal para qualquer pele. Mas na psoríase as coisas não se passam bem assim. A formação das células é tão célere, que estas vão-se acumulando, formando escamas de uma coloração prateada.
A Nível da derme também ocorrem alterações. Novos vasos sanguíneos são formados para alimentar essas células precoces da epiderme. Daí a vermelhidão da pele, característica da psoríase.
Como são as lesões
As lesões, em forma de pápulas e placas escamosas, causadas por esta doença surgem em diversas zonas do corpo. Inicialmente parecem no couro cabeludo, pescoço, atrás das orelhas, cotovelos, joelhos, á volta das unhas das mãos e dos pés embora possam surgir em outras zonas.
A psoríase pode manifestar-se de uma forma ligeira, surgindo apenas uma ou duas lesões no corpo, ou de forma bem mais intensa, atingindo o corpo todo. Por sua vez as lesões possuem tamanhos muito diferentes, podendo medir apenas poucos centímetros ou atingir uma parte muito grande da pele. E em determinadas situações pode mesmo acontecer uma junção de placas, de forma a abranger grande parte da epiderme.
Predisposição genética
A psoríase costuma aparecer pela primeira vez entre os 15 e os 30 anos, embora possa manifestar-se durante qualquer idade. Pensa-se que exista uma certa predisposição hereditária.

Na maioria dos casos, as pessoas com antecedentes familiares de psoríase têm mais probabilidades de vir a sofrer desta doença. Alguns especialistas defendem mesmo que quanto mais cedo se manifesta, mais ligada está à herança familiar. Outros acreditam que uma pessoa tem cerca de 25 por cento de hipóteses de vir a sofrer da doença, caso o pai sofra desta patologia e aumenta para 75 por cento se ambos os progenitores foram afectados.
Porém, em determinadas situações - o que acontece geralmente em pessoas com mais de 40 anos - a psoríase não está ligada a factores genéticos e os especialistas não conseguiram ainda
encontrar uma explicação para estes casos em que a doença surge pela primeira vez num indivíduo que não tem antecedentes familiares com da doença.
Também se sabe que as pessoas de pele branca são mais vulneráveis e a raça branca é mais afectada do que as outras.
Comportamento imprevisível
A Psoríase varia de pessoa para pessoa, surgindo em alguns casos de forma brutal e noutros de um modo ligeiro. Aliás o mesmo paciente pode sofrer um episódio marcado por grandes lesões e outro com pequenas marcas. E a duração desses episódios também é variável. Trata-se de uma doença de comportamento imprevisível e a sua evolução pode caracterizar-se por permanência, melhoria ou desaparecimento das lesões. Neste último caso, as lesões podem desaparecer durante meses ou mesmo anos.
Embora seja uma doença que possa suscitar muitas dúvidas, sabe-se, pelo menos, que não é contagiosa nem dolorosa, embora alguns pacientes refiram um certo ardor (que na maioria dos casos é de sintoma psicológico). Na verdade, o grande problema desta patologia tem a ver com as complicações emocionais que desencadeia no individuo por causa do aspecto das lesões.
Outras formas da doença
Existem situações esporádicas em que o corpo fica todo vermelho e coberto de escamas, a que se dá o nome de eritrodermia. A psoríase pustulosa é outra forma grave da doença e caracteriza-se pelo aparecimento de escamas nas palmas das mãos e plantas dos pés.
Outra situação que pode suceder é o paciente desenvolver artrite psoriática (doença muito semelhante à artrite reumatóide), muito incapacitante, que pode ir desde as deformações nas mãos a lesões graves na coluna vertebral.
A psoríase nas unhas pode assemelhar-se a uma micose, com os mesmos sinais, desde descamação, engrossamento, descoloração e separação entre unha e carne, etc.
O que pode desencadear um episódio
Apesar de haver ainda muita coisa por descobrir, principalmente saber o que motiva o seu aparecimento, é ponto assente que a psoríase é uma reacção cutânea a determinados estímulos. Por exemplo, o calor e o sol são benéficos para a maioria dos pacientes, enquanto para outros pode agravar a doença. A reacção a alguns medicamentos, infecções e stress são situações que podem originar episódios de psoríase. Por outro lado, estudos efectuados relacionaram a doença com falta de cálcio.
Tratamentos possíveis
A psoríase não tem cura, pelo que existe alguma subjectividade quando se fala nos tratamentos para esta doença. Por exemplo, a única coisa que podemos esperar é a melhoria dos sintomas. Mesmo assim o tratamento a efectuar depende também da zona afectada. Se se tratar de áreas pequenas, a aplicação de uma pomada pode ter um bom resultado. Outro medicamento que se tem revelado promissor é um derivado da vitamina D, que retarda o desenvolvimento das células novas.
Quando as situações são mais graves é aconselhada a foto quimioterapia, através do qual a pele é exposta aos raios ultravioleta A. Mas esta parte do tratamento só é efectuado após a administração de psoraleno (um medicamento oral que intensifica a capacidade curativa da luz).
Outro método administrado aos casos mais graves são os medicamentos antineoplásicos, que atrasa a produção das células novas.
Por último, o etretinato, um antipsoriático de administração oral derivado da vitamina A tem-se mostrado benéfico no tratamento da psoríase.
Tudo o que agrava as lesões
Como lemos anteriormente, esta doença comporta-se de forma imprevisível e as lesões tão depressa surgem como também desaparecem. Mas se há factores que podem desencadear a doença e que desconhecemos, outros há que podem agravar as lesões, como os que a seguir refiro:
Se em algumas pessoas o sol pode ter efeito benéfico, causando algumas melhorias, em outras as lesões podem agravar-se;
As infecções sobretudo na garganta;
Golpes ou simplesmente fricções, nas zonas afectadas;
Pressões emocionais ou stress;
O frio. As lesões tendem a agravar no inverno;
Algumas alterações hormonais. Por exemplo a puberdade e a menopausa são períodos complicados;
Alguns medicamentos.
Mikii
Fonte: Revista Mulher Moderna nº 580
(Fotos da Net)



Rebelde e defensora da sua liberdade, a princesa ficou muito cedo marcada pela tragédia, com a morte da sua mãe Grace Kelly. O estilo de vida que adoptou em nada se assemelha ao da princesinha dos contos de fadas. Experimentou o mundo da música quando ainda na adolescência decidiu ser cantora, passou pelo mundo da moda e dos perfumes, casou com o seu guarda-costas, do qual teve dois filhos e, ultimamente, com mais uma filha, divide o seu tempo entre as obrigações de mãe e o trabalho num restaurante. Apesar de tudo isto continua a cumprir as obrigações oficiais, aparecendo ao lado do pai em alguns eventos.



Darwin regressou a Inglaterra em 1836 e nos anos seguintes, publicar um livro sobre a viagem e desenvolveu o essencial da sua teoria da evolução, embora só tenha publicado On The Origin of Species (A Origem das Espécies) em 1959, depois de saber que um outro naturalista inglês, Russel Wallace, estava a desenvolver uma ideia idêntica.



A entrada da exposição A Evolução de Darwin é inesperada porque se faz pelo passadiço de bombordo de uma réplica da proa de um navio que lembra o famoso Beagle, aquele onde o cientista confirmou a paixão pela história natural que já vinha desde a adolescência. É o início de uma viagem histórica, conceptual e de associação de ideias segundo pretende o comissário do evento, o biólogo José Feijó.





(Caricatura de Charles Darwin)




Porque o sol nasce todos os dias, mesmo que não o vejamos sempre, o Dia Internacional do Sol é assinalado um pouco por todo o mundo, com o pretexto de dar a conhecer a estrela central do Sistema Solar. Em tempo de crise, o sol é um exemplo de uma fonte inesgotável de energia, que deve, contudo, ser preservada e racionalizada. A efeméride pretende sensibilizar a população para o grande défice no aproveitamento da energia solar, quer fotovoltaica quer nos sistemas solares térmicos.
A Apisolar quer envolver o maior número de entidades nesta iniciativa, com a realização de mais de 100 eventos pelo país. Segundo a Apisolar. ”Estas actividades, divertidas e criativas pretendem mostrar ao público a diversidade das tecnologias solares existentes e as suas várias aplicações, bem como demonstrar o potencial de soluções disponíveis num futuro próximo”.
Ao longo da história, em várias religiões e culturas espalhadas por todo o mundo, o sol é tido como uma divindade, com o seu poder a ser respeitado e adorado desde os primórdios dos tempos. No Hinduísmo, presta-se culto ao grupo de divindades Adityas através do ritual de Sandhyavandanam, um conjunto elaborado de gestos e movimentos do corpo para receber e venerar o sol. Para a mitologia chinesa Hou Yi é um herói adorado ainda hoje, pois derrubou nove dos dez sóis que existiam no céu para salvar o povo da terra.
(Tonatiuh, deus Sol azteca)






Originais, Mick Jagger e os Stone acabam por ser o único modelo a seguir. È que a atitude de Jagger não se pode aprender. E quando se tem a sua capacidade de dominar um palco e uma audiência, isso nunca se perde.



