Filha de peixe, pisou o palco ainda mal sabia andar. Judy Garland, a vedeta de O Feiticeiro de Oz, não conseguiu no entanto, transformar a sua vida pessoal num conto de fadas.
Era uma vez uma menina. Quando nasceu, as fadas boas dotaram-na de uma extraordinária voz e de um enorme talento para representar. Mas uma fada má resolveu agoirar-lhe o conto e fazer dela uma eterna desesperada. Esta poderia ser a fábula de Judy Garland, a filha de artistas de music-hall, que aos três anos sobe ao palco para cantar Jingle Bells, aos cinco forma, com as irmãs, o trio Gumm Sisters, aos dez troca o nome de Francês Ethel Gumm pelo que a tornaria famosa e aos 19 anos já tinha outros tantos filmes rodados.
(Em 1940, no seu quarto, Judy Garland representou para a foto uma felicidade que nunca alcançou)
A sua consagração acontece com o Feiticeiro de Oz, que mereceu dois Oscars: Melhor Partitura Musical e Melhor canção, Over the Rainbow. Judy é que não foi capaz de encontrar a felicidade no fim do arco-íris. A menina-prodígio, sem infância nem adolescência, tornou-se uma mulher infeliz, presa ao álcool, anfetaminas, soporíferos, excitantes, curas de desintoxicação, múltiplas depressões e tentativas de suicídio.
Casou cinco vezes, uma das quais com Vincent Minnelli. Dessa união nasce Liza. A morte colheu-a aos 47 anos. “Abuso de medicamentos”, disseram. Mas nem o álcool nem os medicamentos mataram a genialidade da actriz. Destruíram apenas a mulher.
(O Dinheiro pode comprar belas casas, mas Judy preferia ter ido ao fim do arco-íris)
Sabia que…
O nome artístico da actriz surgiu por erro ortográfico? Quando o trio Gumm Sisters aparece anunciado como Glum (Sinónimo de sombrio, taciturno, sórdido), a mãe de Francês transforma-o em The Garland Sisters. Com dez anos, Francês muda o seu nome para Judy.
Fonte: Revista TV7Dias
Fotos da net



Para quem não viveu as décadas de 50 e 60, é um pouco difícil compreender o fenómeno.

Até que, incompreensivelmente, os jornais anunciaram o seu casamento com um militante da Frente Nacional, de Le Pen, o movimento que põe em causa os direitos humanos dos imigrantes.
Em 1996, voltou a dar que falar ao publicar a sua autobiografia, «Iniciais B.B.». Neste caso, as palavras acrescentam pouco.





A explicação é simples: “ Temos consciência de que as mulheres podem precisar de mais tempo, talvez de um pouco mais de romance. Não são como os homens nesse aspecto”, justificou a proprietária, que já faz descontos a partir de uma hora: 350 euros por duas horas e 550 por três. Mas, segundo Bobbi Davis, os seus futuros funcionários poderão escolher se preferem atender homens ou mulheres, abrindo assim portas à clientela gay.
É precisamente este aspecto que está a perturbar a Associação de Proprietários de Bordéis do Nevada. George Flint, que reconhece que o negócio sofreu um rombo com a crise, diz que a associação a que preside está preocupada em manter uma indústria que agrade a liberais e a conservadores. E a ideia de prostitutos a servir uma cliente masculina pode, na sua opinião, “causar repugnância” a algumas pessoas.






Desvantagens...














