Estávamos em 1998 e escrevia-se assim:
Vive num rancho, em Montana, gosta de levantar-se cedo para ir buscar os ovos às galinhas, calçar botas e andar suja… diz que é a sua forma preferida de meditação.
Nasceu na Carolina do Sul e durante muitos anos viveu à sombra desse mesmo facto. A pronúncia marcadamente sulista e os valores conservadores do povo do Sul transformaram-se em grandes limitações nos primeiros anos em que Andie MacDowell assumiu o seu lado de actriz.
Basta dizer que, quando encarnou o papel de Jane, no eterno Greystoke: A lenda de Tarzan, a sua voz foi dobrada, na íntegra, por Glenn Close, só por causa do sotaque sulista.
Limitações à parte, o certo é que Andie acabou por ser lançada para a ribalta logo a seguir, quando foi convidada para fazer parte do elenco de Sexo, mentiras e vídeo. O filme foi um sucesso de bilheteira e a actriz começou a fazer furor no meio cinematográfico. Andie começou a trabalhar no mundo da moda,onde foi cara da Loréal e corpo da Calvin Klein. Nessa altura, fez anúncios de televisão, foi capa de muitas revistas e começou a praticar excessos doentios, chegando mesmo a consumir cocaína para manter a linha.
Foi educada pela mãe, que se tornou alcoólica, quando o pai a abandonou, e nunca ninguém a proibiu de nada. Sempre fez tudo o que lhe apeteceu, inclusive quando ia contra os conselhos de quem a rodeava. Felizmente para ela, caso contrario ainda estaria a pensar que era um patinho feio, com cara de cavalo e lábios demasiado grossos, como lhe queriam fazer crer as colegas de liceu.
Agora refugiou-se num rancho, em Montana, onde mora com o marido, três filhos, dois cães, sete gatos e doze cavalos.
Fonte: Revista TV 7 Dias 11/07/1998
Fotos da net





Para quem não viveu as décadas de 50 e 60, é um pouco difícil compreender o fenómeno.

Até que, incompreensivelmente, os jornais anunciaram o seu casamento com um militante da Frente Nacional, de Le Pen, o movimento que põe em causa os direitos humanos dos imigrantes.
Em 1996, voltou a dar que falar ao publicar a sua autobiografia, «Iniciais B.B.». Neste caso, as palavras acrescentam pouco.





A explicação é simples: “ Temos consciência de que as mulheres podem precisar de mais tempo, talvez de um pouco mais de romance. Não são como os homens nesse aspecto”, justificou a proprietária, que já faz descontos a partir de uma hora: 350 euros por duas horas e 550 por três. Mas, segundo Bobbi Davis, os seus futuros funcionários poderão escolher se preferem atender homens ou mulheres, abrindo assim portas à clientela gay.
É precisamente este aspecto que está a perturbar a Associação de Proprietários de Bordéis do Nevada. George Flint, que reconhece que o negócio sofreu um rombo com a crise, diz que a associação a que preside está preocupada em manter uma indústria que agrade a liberais e a conservadores. E a ideia de prostitutos a servir uma cliente masculina pode, na sua opinião, “causar repugnância” a algumas pessoas.






Desvantagens...














